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SÃO PAULO: Paulistas manifestam pelos Direitos Humanos na Praça dos Arcos
Cerca de 350 pessoas compareceram à Praça dos Arcos, na região central de São Paulo, para se manifestarem a favor dos Direitos Humanos e do respeito à vida.
O principal objetivo do ato, organizado pela Amisrael com o apoio da Juventude Judaica Organizada (JJO), é se manifestar em favor da libertação do soldado israelense Gilad Shalit, preso há 4 anos pelo grupo
terrorista Hamas.
O deputado estadual Major Olímpio se comprometeu a trabalhar nas instâncias parlamentares pela causa.
A diretora administrativa da Amisrael, Kélita Machado, salientou que quando Gilad Shalit foi seqüestrado a Amisrael se manifestou e repudiou o fato, lembrando que a mobilização deste domingo (realizada simultaneamente em vários países) foi motivada por um pedido
do pai do soldado à diretoria da ONG em Jerusalém, em junho passado.
Lia Bergman, representando a B’nai B’rith também discursou, enfatizando o respeito à vida. Já o rabino David Weitman, da Sinagoga Beit Yaacov de São Paulo, trouxe algumas palavras de ensinamento e fez uma prece em hebraico. Também pela comunidade judaica, o presidente da JJO, Persio Bider, leu um texto sobre o amor que o povo de Israel tem pela vida, que mesmo que seja por “apenas um soldado”, existem outras pessoas ao redor dela quer sofrem com sua falta.
A data de 18 de julho coincidiu também com os 16 anos do atentado à sede da AMIA (Asociación Mutual Israelita Argentina), em Buenos Aires, onde 85 pessoas inocentes perderam suas vidas. Um minuto de silêncio foi respeitado, e os nomes de algumas das vítimas do terrorismo foram lidos durante o ato. Para finalizar, Gilberto Ventura, da JJO, lembrou que esta manifestação é apenas o começo de uma luta que só terminará em comemoração, quando Gilad Shalit estiver em casa são e salvo. O hino nacional de Israel (“Hatikva”) encerrou o ato, mantendo a esperança de que a liberdade e a justiça prevalecerão.
Texto: Daiwis M. Ferreira – AMISRAEL SP



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